O ideal da vida carmelitana, especialmente o seu aspecto contemplativo, começa configurar-se em duas pessoas que, desde o início inspiraram a vida e a devoção dos carmelitas: o Profeta Elias, célebre em toda a literatura patrística-monástica como o protótipo e modelo dos solitários e contemplativos, e a Virgem Maria, venerada pelos carmelitas junto a fonte de Elias, como a “Domina loci” (Senhora do lugar), a padroeira.
A espiritualidade do Carmelo é a espiritualidade da união com Deus ou a intimidade divina. A união com Deus é a maneira de ser e de atuar do Carmelo, tanto em seu interior como no apostolado externo. É a idéia central de seu programa de vida, que está organizado em função desse fim. |